Coworking na biblioteca!
Mon, Jan 23 2012 10:22
No passado dia 2 de janeiro abriu o primeiro espaço coworking em território rural, na Biblioteca Municipal de Alfândega da Fé.
Trata-se de uma iniciativa inédita que pretende responder às novas tendências sociais: acolher os novos povoadores, isto é, empreendedores que transferiram a sua actividade profissional das áreas metropolitanas para o interior rural.
Deste modo, a autarquia pretende responder à necessidade profissional destes novos habitantes, dinamizando em simultaneo o espaço bibliotecário.
A ambição deste projecto é a adição de novas valências - mentoring; sala de ensaios artísticos; fab lab - no intuito de integrar a rede de ideação e experimentação profissional Working Labs.
Recorde-se que este concelho dispoe de um centro de apoio a pessoas com necessidades especiais, Associação Leque, e de um SPA de referência nacional.
Esta iniciativa surge no âmbito da parceria entre o grupo EDP, o município de Alfândega da Fé e o programa de repovoamento rural Novos Povoadores para o apoio à transferência de 5 familias metropolitanas para este concelho.
Trata-se de uma iniciativa inédita que pretende responder às novas tendências sociais: acolher os novos povoadores, isto é, empreendedores que transferiram a sua actividade profissional das áreas metropolitanas para o interior rural.
Deste modo, a autarquia pretende responder à necessidade profissional destes novos habitantes, dinamizando em simultaneo o espaço bibliotecário.
A ambição deste projecto é a adição de novas valências - mentoring; sala de ensaios artísticos; fab lab - no intuito de integrar a rede de ideação e experimentação profissional Working Labs.
Recorde-se que este concelho dispoe de um centro de apoio a pessoas com necessidades especiais, Associação Leque, e de um SPA de referência nacional.
Esta iniciativa surge no âmbito da parceria entre o grupo EDP, o município de Alfândega da Fé e o programa de repovoamento rural Novos Povoadores para o apoio à transferência de 5 familias metropolitanas para este concelho.
Descobrimentos, Parte II
Fri, Dec 23 2011 02:55
Ontem foi anunciada a venda de 21% da EDP à companhia chinesa Three Gorges.
No séc XV, Portugal viveu um periodo de prosperidade graças às rotas intercontinentais que desenhou no globo terrestre.
Nesse período, ficou claro que a globalização encerrava a chave do sucesso para as economias participantes.
E Portugal foi beneficiário dessa oportunidade.
Depois disso, sucederam-se vários periodos belicistas que não trouxeram vantagens ao nosso país.
Hoje vivemos um mercado global. E Portugal - o país-conector - não tem tirado vantagem dessa característica.
A China já tinha demostrado interesse em reforçar as ligações com Portugal, no âmbito da compra da Dívida Pública.
Agora, e a pretexto da compra de uma participação na eléctrica nacional, avançou com uma estratégia integrada de dinamização.
Qual o potencial impacto do músculo financeiro chinês numa unidade inovadora à escala global no sector energético?
No séc XV, Portugal viveu um periodo de prosperidade graças às rotas intercontinentais que desenhou no globo terrestre.
Nesse período, ficou claro que a globalização encerrava a chave do sucesso para as economias participantes.
E Portugal foi beneficiário dessa oportunidade.
Depois disso, sucederam-se vários periodos belicistas que não trouxeram vantagens ao nosso país.
Hoje vivemos um mercado global. E Portugal - o país-conector - não tem tirado vantagem dessa característica.
A China já tinha demostrado interesse em reforçar as ligações com Portugal, no âmbito da compra da Dívida Pública.
Agora, e a pretexto da compra de uma participação na eléctrica nacional, avançou com uma estratégia integrada de dinamização.
Qual o potencial impacto do músculo financeiro chinês numa unidade inovadora à escala global no sector energético?
Oferta de Trabalho: Actores de Inovação (m/f)
Mon, Nov 14 2011 10:39
Em Portugal, vivemos atormentados com a crise.
Esta crise é consequência da Globalização, isto é, o nosso país está a perder terreno no mercado global.
Enquanto país pequeno, não podemos comparar a nossa capacidade de produção aos países asiáticos.
Mas, enquanto país inovador e global, temos a capacidade para antever o futuro.
Por isso, o futuro pertence aos portugueses que tiverem a capacidade de o desenhar. Aos co-criadores da habitação a custos reduzidos, da mobilidade autónoma, dos novos utensílios (vulgo gadgets!) e dos novos produtos gourmet. Entre outros.
Os consumidores estão a mudar os seus comportamentos. Quem o compreender primeiro pode aproveitar essa vantagem competitiva.
Propostas de candidatura em http://workinglabs.org/
Esta crise é consequência da Globalização, isto é, o nosso país está a perder terreno no mercado global.
Enquanto país pequeno, não podemos comparar a nossa capacidade de produção aos países asiáticos.
Mas, enquanto país inovador e global, temos a capacidade para antever o futuro.
Por isso, o futuro pertence aos portugueses que tiverem a capacidade de o desenhar. Aos co-criadores da habitação a custos reduzidos, da mobilidade autónoma, dos novos utensílios (vulgo gadgets!) e dos novos produtos gourmet. Entre outros.
Os consumidores estão a mudar os seus comportamentos. Quem o compreender primeiro pode aproveitar essa vantagem competitiva.
Propostas de candidatura em http://workinglabs.org/
O sucesso ao alcance de todos
Sun, Nov 6 2011 03:39
Antes da "crise", o sucesso era um património de alguns: bancos; empreiteiros; grandes superficies; operadoras de telemóvel
Posicionaram-se num patamar superior à economia em que operam.
Hoje, ao verificar as cotações em bolsa das empresas destes sectores, verificamos que são o segmento frágil do sistema económico.
Quem está a crescer neste momento?
Não se encontra uma linha condutora. Mas, em muitos casos, são os "condenados" de outrora.
O futuro está nas mãos de quem tiver a capacidade de o desenhar.
O futuro não pertence a quem usa um iPhone, conduz um carro elétrico, consome produtos gourmet e veste Prada. O futuro pertence a quem idealiza e implementa estes produtos: Desenhadores de Futuros!
É nesse espaço democrático, sem barreiras sectoriais ou educativas, que reside o sucesso.
Posicionaram-se num patamar superior à economia em que operam.
Hoje, ao verificar as cotações em bolsa das empresas destes sectores, verificamos que são o segmento frágil do sistema económico.
Quem está a crescer neste momento?
Não se encontra uma linha condutora. Mas, em muitos casos, são os "condenados" de outrora.
O futuro está nas mãos de quem tiver a capacidade de o desenhar.
O futuro não pertence a quem usa um iPhone, conduz um carro elétrico, consome produtos gourmet e veste Prada. O futuro pertence a quem idealiza e implementa estes produtos: Desenhadores de Futuros!
É nesse espaço democrático, sem barreiras sectoriais ou educativas, que reside o sucesso.
Um país onde as cadeiras têm cola
Mon, Aug 8 2011 06:50
| Engenharia Social
Vivemos num país carregado de medos.
Raras vezes encontramos as pessoas com criatividade num lugar compatível.
É fácil encontrar um bom cartonista ou músico numa caixa de supermercado. Ou noutro qualquer lugar onde a criatividade seja irrelevante.
A sociedade amordaça-os. A nossa sociedade, isto é, "nós"!
Foi este o país que construímos. Um país onde parece que as cadeiras têm cola. Quem por lá se senta já não sai.
É este país que queremos para os nossos filhos?
Não será este o contexto que impede os nossos filhos de desenvolverem projectos profissionais de acordo com a sua ambição?
Raras vezes encontramos as pessoas com criatividade num lugar compatível.
É fácil encontrar um bom cartonista ou músico numa caixa de supermercado. Ou noutro qualquer lugar onde a criatividade seja irrelevante.
A sociedade amordaça-os. A nossa sociedade, isto é, "nós"!
Foi este o país que construímos. Um país onde parece que as cadeiras têm cola. Quem por lá se senta já não sai.
É este país que queremos para os nossos filhos?
Não será este o contexto que impede os nossos filhos de desenvolverem projectos profissionais de acordo com a sua ambição?
Polinização do Conhecimento
Wed, May 18 2011 08:17
| Design Thinking
Quando escrevi no site oficial do Ano Europeu da Criatividade e Inovação sobre a necessidade de criar "software territorial", em complemento ao hardware já existente, o tema foi assimilado por dezenas de investigadores e, por estarmos próximos de eleições autárquicas, por centenas de candidatos a autarcas.
O então Ministro do Ambiente - Engº Francisco Nunes Correia - adaptou-o para a Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN); O Prof Ernâni Lopes dedicou ao tema o livro "O Papel das Cidades no Desenvolvimento de Portugal" (ed. SOL).
Hoje, muito daquilo que se escreve sobre esse tema é muito mais abrangente que o conceito inicial, quando o criei em 2 de Maio de 2009.
E esta é uma nova realidade: a globalização trouxe consigo a Polinização do Conhecimento!
Cada um de nós responde às centenas de estímulos diários, fruto daquilo que lê e observa, e catalisa uma nova ideia para alcançar um objetivo. No final e em coletivo, produzimos o mel, que é o empenho social para objetivos (que espero) comuns.
O então Ministro do Ambiente - Engº Francisco Nunes Correia - adaptou-o para a Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN); O Prof Ernâni Lopes dedicou ao tema o livro "O Papel das Cidades no Desenvolvimento de Portugal" (ed. SOL).
Hoje, muito daquilo que se escreve sobre esse tema é muito mais abrangente que o conceito inicial, quando o criei em 2 de Maio de 2009.
E esta é uma nova realidade: a globalização trouxe consigo a Polinização do Conhecimento!
Cada um de nós responde às centenas de estímulos diários, fruto daquilo que lê e observa, e catalisa uma nova ideia para alcançar um objetivo. No final e em coletivo, produzimos o mel, que é o empenho social para objetivos (que espero) comuns.
Islândia: "Eles perceberam que tinham de mudar a página"
Wed, May 11 2011 04:48
| Estratégias Territoriais
Paulo Pena, jornalista da revista Visão, realizou uma reportagem sobre a Islândia. (ver reportagem)
infoex: O que conhecias da Islândia antes da preparação da reportagem?
PP: Comecei a interessar-me por este trabalho quatro meses antes de o realizar.
infoex: Que sentimento associaste por parte dos islandeses ao corte com o passado? Foi pacífico?
PP: Foi pacífico e traumático. Eles perceberam que tinham que mudar a página, portanto mentalizaram-se para isso. Passaram de uma situação de abundância para quase carência. Eles tinham uma perspetiva de prosperidade que terminou abruptamente.
Eles têm um esquema de cheque-ensino, endividam-se durante a faculdade porque têm uma perspetiva de prosperidade que lhes permitia o fácil pagamento da dívida. Isso acabou abruptamente. É mais uma dívida a juntar à da casa.
Alguns até gostam deste novo estilo de vida. Adequam-no à luz dos seus valores.
infoex: Em que momento consideraste que aquilo que ocorreu na Islândia era impossível de acontecer em PT?
PP: Quando percebi a real dimensão do movimento. Não foi apenas a mudança de cúpulas políticas. O movimento começou na base. Não existe nenhuma força social suficientemente autonoma em Portugal para operar aquele tipo de mudança.
infoex: Qual a perspetiva islandesa sobre o contributo do imobiliário para a sua crise?
PP: A economia islandesa não tinha escala para crescer. Contraíram empréstimos porque os bancos vendiam o dinheiro. A primeira coisa em que contraiam empréstimos foi para as casas. Os seus preços dispararam. Uma das famílias com quem falei, a sua casa valorizou 40.000 euros num ano.
Entrevistei outra família que amortizava dívidas. É um caso raríssimo. Esses sabiam que os bancos não eram "amigos". Estavam ali para fazer negócio.
infoex: De que vive a economia islandesa?
PP: Os dois principais sectores são as Pescas e os Alumínios.
infoex: Foi difícil agendar uma reunião com o Presidente da República da Islândia?
PP: Não foi complicado, aliás, não foi tão difícil como em Portugal!
infoex: O que conhecias da Islândia antes da preparação da reportagem?
PP: Comecei a interessar-me por este trabalho quatro meses antes de o realizar.
infoex: Que sentimento associaste por parte dos islandeses ao corte com o passado? Foi pacífico?
PP: Foi pacífico e traumático. Eles perceberam que tinham que mudar a página, portanto mentalizaram-se para isso. Passaram de uma situação de abundância para quase carência. Eles tinham uma perspetiva de prosperidade que terminou abruptamente.
Eles têm um esquema de cheque-ensino, endividam-se durante a faculdade porque têm uma perspetiva de prosperidade que lhes permitia o fácil pagamento da dívida. Isso acabou abruptamente. É mais uma dívida a juntar à da casa.
Alguns até gostam deste novo estilo de vida. Adequam-no à luz dos seus valores.
infoex: Em que momento consideraste que aquilo que ocorreu na Islândia era impossível de acontecer em PT?
PP: Quando percebi a real dimensão do movimento. Não foi apenas a mudança de cúpulas políticas. O movimento começou na base. Não existe nenhuma força social suficientemente autonoma em Portugal para operar aquele tipo de mudança.
infoex: Qual a perspetiva islandesa sobre o contributo do imobiliário para a sua crise?
PP: A economia islandesa não tinha escala para crescer. Contraíram empréstimos porque os bancos vendiam o dinheiro. A primeira coisa em que contraiam empréstimos foi para as casas. Os seus preços dispararam. Uma das famílias com quem falei, a sua casa valorizou 40.000 euros num ano.
Entrevistei outra família que amortizava dívidas. É um caso raríssimo. Esses sabiam que os bancos não eram "amigos". Estavam ali para fazer negócio.
infoex: De que vive a economia islandesa?
PP: Os dois principais sectores são as Pescas e os Alumínios.
infoex: Foi difícil agendar uma reunião com o Presidente da República da Islândia?
PP: Não foi complicado, aliás, não foi tão difícil como em Portugal!
Observar, compreender, sintetizar, aplicar
Mon, Apr 4 2011 01:03
| Estratégias Territoriais
"Não te rales, não te entales!" - dizia com voz paternalista o chefe de serviço de uma empresa pública de infra-estruturas de transporte.
Foi este o espírito que nos trouxe a um lugar desconfortável. Poucos sentiram a responsabilidade de cuidar da "coisa pública".
O dinheiro chegava na consequência directa da dimensão do problema.
E o "problema" cresceu.
O dinheiro não é apenas o fermento para as coisas boas.
O mercado é pequeno mas ávido de inovação. Um contexto excepcional para o desenvolvimento de novas soluções.
Este é o tempo do Einstein que existe em cada um de nós: Observar, compreender, sintetizar, aplicar.
Foi este o espírito que nos trouxe a um lugar desconfortável. Poucos sentiram a responsabilidade de cuidar da "coisa pública".
O dinheiro chegava na consequência directa da dimensão do problema.
E o "problema" cresceu.
O dinheiro não é apenas o fermento para as coisas boas.
O mercado é pequeno mas ávido de inovação. Um contexto excepcional para o desenvolvimento de novas soluções.
Este é o tempo do Einstein que existe em cada um de nós: Observar, compreender, sintetizar, aplicar.
Crise na Construção, prosperidade na Imaginação
Sat, Mar 19 2011 08:29
| Inovação Territorial, Crise que gera oportunidade
As estatísticas não enganam: O sector da Construção está em queda.
As associações sectoriais queixam-se da redução do investimento público. Mas o constrangimento que estão a viver não se deve à redução de 6 a 7% desse investimento. Deve-se à concentração de grandes contratos, deixando as médias empresas ao sabor do oligopólio.
O sector imobiliário vive o melhor de todos os momentos: Depois de duas décadas dedicadas à especulação da dívida hipotecária, hoje o mercado é dominado pela inovação.
São os extremos a dominar: soluções habitacionais low cost e os Design Buildings!
Hoje existem habitações tipo T2 em fibra ou madeira por 35.000 euros, isto é, menos de 80 salários minímos em Portugal.
É aqui que cresce a oportunidade. Criar soluções inovadoras de baixo custo para a Geração "casinha dos pais".
As associações sectoriais queixam-se da redução do investimento público. Mas o constrangimento que estão a viver não se deve à redução de 6 a 7% desse investimento. Deve-se à concentração de grandes contratos, deixando as médias empresas ao sabor do oligopólio.
O sector imobiliário vive o melhor de todos os momentos: Depois de duas décadas dedicadas à especulação da dívida hipotecária, hoje o mercado é dominado pela inovação.
São os extremos a dominar: soluções habitacionais low cost e os Design Buildings!
Hoje existem habitações tipo T2 em fibra ou madeira por 35.000 euros, isto é, menos de 80 salários minímos em Portugal.
É aqui que cresce a oportunidade. Criar soluções inovadoras de baixo custo para a Geração "casinha dos pais".
Quem tramou os reformados?
Sun, Feb 27 2011 04:49
| Engenharia Social
Entre 1996 e 2010 a dívida externa líquida aumentou 1600%.
Infra estruturámos o país em nome do amanhã, mas sem pensar nele.
Isto significa que as próximas décadas vão estar ao serviço da dívida.
Num contexto de livre circulação, os trabalhadores vão deslocar-se para onde lhes convier, isto é, para territórios com melhor relação entre os serviços sociais e os encargos fiscais.
Mas os encargos esperados com a dívida externa, promovida durante a vida activa dos novos reformados, terá de ser paga.
A redução drástica dos serviços sociais retirará competitividade social ao país que cobrará impostos à taxa mais alta no espaço europeu.
Presos a Portugal vão estar os reformados. Foi aqui que fizeram os seus descontos e será aqui que poderão reclamar os seus direitos.
Muitos deles, num impulso irreflectido, sugerem a emigração aos seus filhos!
Esquecem-se que sem descontos não há reformas.
Infra estruturámos o país em nome do amanhã, mas sem pensar nele.
Isto significa que as próximas décadas vão estar ao serviço da dívida.
Num contexto de livre circulação, os trabalhadores vão deslocar-se para onde lhes convier, isto é, para territórios com melhor relação entre os serviços sociais e os encargos fiscais.
Mas os encargos esperados com a dívida externa, promovida durante a vida activa dos novos reformados, terá de ser paga.
A redução drástica dos serviços sociais retirará competitividade social ao país que cobrará impostos à taxa mais alta no espaço europeu.
Presos a Portugal vão estar os reformados. Foi aqui que fizeram os seus descontos e será aqui que poderão reclamar os seus direitos.
Muitos deles, num impulso irreflectido, sugerem a emigração aos seus filhos!
Esquecem-se que sem descontos não há reformas.
